Entrevista com Alessandra Trigo
Neste episódio, Fabi Saad recebe Alessandra Trigo, mestra em Direito, PCD (com osteogênese imperfeita) e uma das vozes mais ativas do Brasil na luta por equidade e inclusão, para uma conversa sobre o custo do capacitismo e a urgência de a sociedade enxergar o potencial das pessoas com deficiência.
Alessandra, que sofreu mais de 100 fraturas na vida, compartilha sua história de recusa em escolas e a importância de ter tido uma família que a ensinou a sonhar. Ela denuncia que, nas empresas, a pessoa com deficiência é contratada para preencher “cota”, em vez de ter seu talento reconhecido.
Destaques da Entrevista:
O Custo do Capacitismo: A ativista revela que o público PCD, que representa quase 10% da população e movimenta milhões, é ignorado pelas empresas que não pensam em produtos e serviços acessíveis. O custo de nascer “errado” é alto, mas o custo de consertar o que a sociedade constrói “errado” é ainda maior.
O Poder da Atitude: A chave para a inclusão não está em criar produtos de nicho, mas em desenvolver um serviço que nasce inclusivo. A acessibilidade mais importante é a atitudinal, ou seja, focar no que a pessoa pode fazer, e não no que ela não pode.
Comunicação com Afeto: Alessandra usa a leveza e a linguagem afetiva em suas redes (que geram mais de 1 bilhão em engajamento) para educar e combater o preconceito, mostrando que a empatia é a forma mais eficaz de fazer aliados e criar consciência.
Resiliência e Propósito: Sua filosofia de vida é transformar o sofrimento em força, ensinando que a superação é um processo que exige cair, levantar e seguir em frente.
Quer saber como Alessandra Trigo usa a voz para quebrar a invisibilidade, qual o segredo de sua resiliência inabalável e como a inclusão pode ser a maior estratégia de inovação da sua empresa?
Assista à entrevista completa e inspire-se!