Entrevista com Luciana Holtz
Neste episódio do Mulheres Positivas, a apresentadora recebe a Dra. Luciana Holtz, psicooncologista e fundadora do Instituto Oncoguia. Em um diálogo esclarecedor, elas abordam a importância da prevenção, o acesso a tratamentos de qualidade e como a informação pode ser o diferencial entre o medo e a cura. Luciana compartilha como o Oncoguia atua como uma rede de apoio e advocacia para garantir que nenhum paciente com câncer se sinta sozinho ou desamparado no Brasil.
O programa destaca as campanhas Março Lilás (câncer de colo do útero) e Março Marinho (câncer colorretal), trazendo dados vitais sobre exames e vacinação que podem salvar milhares de vidas anualmente.
Destaques da Entrevista:
O Instituto Oncoguia como Farol: Dra. Luciana explica que o Oncoguia oferece suporte gratuito através do portal e do telefone 0800 773 1666. A equipe auxilia pacientes de todo o Brasil a entenderem seus direitos, lidarem com negativas de planos de saúde e navegarem pelas filas do SUS.
Março Lilás e a Vacina do HPV: Um alerta urgente: o câncer de colo do útero é quase 100% evitável. A Dra. reforça que a vacina do HPV está disponível gratuitamente no SUS para jovens de 9 a 14 anos e que o exame de Papanicolau ou o novo teste de HPV DNA são fundamentais para a detecção precoce.
Março Marinho e a Colonoscopia: O câncer de intestino é o segundo mais frequente em homens e mulheres no Brasil. A recomendação é iniciar o rastreamento aos 45 anos (ou antes, se houver histórico familiar). A Dra. explica que a colonoscopia é um exame preventivo poderoso, pois permite retirar pólipos suspeitos antes que se tornem câncer.
O Abandono Afetivo e Profissional: Um dado triste e brutal discutido é o alto índice de homens que abandonam suas parceiras após o diagnóstico de câncer. Além disso, a Dra. alerta para o preconceito no mercado de trabalho, onde muitas mulheres são demitidas durante o tratamento, perdendo o apoio financeiro e a sensação de utilidade.
Estilo de Vida como Prevenção: Luciana destaca que combater o sedentarismo, a obesidade, o tabagismo e o consumo de álcool são práticas que cada um pode adotar para reduzir os riscos. “Coloque sua saúde em primeiro lugar, o resto vai andar”, enfatiza.
Câncer como Ponto e Vírgula: A Dra. defende que o diagnóstico não deve ser um ponto final, mas sim um momento de ressignificação. Ela compartilha como muitos pacientes transformam sua dor em ação, tornando-se voluntários e ajudando a mudar as políticas públicas de saúde no país.
Quer saber como garantir seus direitos no SUS e quais são os hábitos que podem prevenir o câncer de intestino?
Assista à entrevista completa e descubra como o suporte emocional e a rede de apoio do Oncoguia podem transformar a jornada contra o câncer!